Deus, quando se lembrou de criar a "constipação", devia estar sob o efeito de ácidos, só uma pessoa muito alterada é que se lembraria de pôr coisas verdes a sair do nariz consntantemente. Por isso, além de relativamente medicado, passei o dia todo na cama a rever filmes. Apercebi-me, então, qual a razão do ser humano não gostar de se levantar (de manhã, à noite, whatever); é a fase do "sentar". Ora, se eu estiver sentado num sofá. levanto-me facilmente, porque já estou sentado e não tenho que passar para essa fase, constando que já me encontro sentado. Agora, se eu estiver deitado, é totalmente diferente. Não só tenho que me levantar, como tenho que me sentar primeiro, para depois adoptar a posição bípede que caracteriza os seres humanos (entre outras coisas, como os ancinhos).
De sofá para o chão, é só colocar o peso sobre as pernas, dar um impulsuzito, e já está. Agora, quando estamos deitados, é muito mais complexo. Experimentei várias maneiras, mas é quse impossivel não passar pelo terrível "sentar". Há dois métodos adequados para quem não se quiser sentar; um, enquanto deitados, viramo-nos de costas e deslizamos de pernas esticadas para fora da cama, mas apenas aterraremos em pé se for num beliche, caso contrário é difícil adoptar a posição final sem passar por algum esforço similar ao "sentar". A outra inicia-se de barriga para cima, e tem como passo principal fazer a ponte. Após estar na posição de ponte, desliza-se para a frente, e assim que os pés tocarem no chão basta projectarmo-nos para o exterior.
A questão não é o levantar, é não querer sentar. Quando me disserem que passo muito tempo a deitado a ver televisão, a resposta é "simplesmente não me quero sentar". Já dizia Ponteirus, antigo filósofo romano, "In cama sentae quid levantus querent". Ou seja, quem se quer levantar, na cama se irá sentar.
Já Jesus, em palha deitado ou palha estendido, percepcionou a grande antítese humana, o "passar do deitado para o levantado sem o sentar". Uma pessoa que se queira levantar, estando no sofá, simplesmente tem que se erguer. Se estiver deitada, terá que se sentar, e só depois de se sentar poderá estar erguida. De resto, para agravar a minha situação, o Rod Stewart existe. Acho que não mereço isso, é a mesma coisa que fazer caretas a um cego. Estava eu ali tão bem a zappar, quando me surge o Rod Stewart. O comando não muda, o tempo pára. O meu coração acelera. Por momentos, vejo a minha vida a passar-me pelos olhos. Até que finalmente consigo mudar. Logo a seguir, tive que passar pelo processo de me levantar.
E pensar que há uma semana atrás estava numa esplanada a beber minis no alto alentejo. Quase que ia continuar a escrever, mas vou parar. Por isso mais vale pararem de ler, não vão aprender nada a partir de agora. Really. Isto é uma inutilidade, estou só a alargar um pouco o meu post porque olhem, sei lá, é naquela. Já referi que não gosto de Rod Stewart? Ah, ok.
quarta-feira, agosto 31, 2005
quarta-feira, julho 27, 2005
Nick nack paddywack, give the dog a bone, this old man came rolling home
Quero desde já agradecer ao Stormson o mau gosto que teve na escolha da imagem a colocar no seu post anterior, e acho que falo em nome de todos quando digo "foda-se".
Hoje vou contar a verdadeira história de Jesus Cristo. Passei muitas horas a fazer pesquisa, noites em branco, fechado num quarot escuro a recolher informação. Mitos e lendas surgem em torno de um homem que, vendo bem, não era diferente do comum mortal. Finalmente consegui reunir os dados necessários para fazer uma biografia justa.
Em 33 AC ele nasceu numa manjedoura e desenvolveu uma terrível febre dos fenos e inúmeras infecções cutâneas produtoras de glândulas alienígenas que o faziam cheirar a suor de vaca. Quando ele tinha 10 anos, em 23 AC, reparou no calendário que estava no frigorífico e perguntou à sua mãe "olha lá, o que é esta merda? Então vou morrer daqui a 23 anos e não posso fazer nada por isso?!" Saiu a correr de casa e esqueceu-se do desodorizante, infestando as redondezas com o seu terrível odor.
Triste e angustiado, deitou-se debaixo de uma árvore e, do nada, surge uma figura feminina "serviço completo é um carneiro. Coisas mais esquisitas pagas a galinhas" disse a figura, tentando manter os olhos abertos e a baba dentro da boca. Uma seringa pendia do seu braço direito, que ela tirou com um "ah, ups...errr... é insulina". Jesus estava espantado com a beleza da mulher e perguntou o nome..."Madalena. Mas os meus amigos chamam-me Maçaneta". "Maçaneta porquê, senhora?" "Porque toda a gente agarra e dá uma volta". Jesus, não querendo ficar atrás, deu também uma voltita, embora ela tivesse a dormir durante todo o processo. Mas ele queria mais. Já que ia morrer tão cedo, ao menos que a sua existência fosse feliz. Começou a trabalhar numa carpintaria a fazer penicos, onde todo o dinheiro ia para o álcool, prostitutas, droga e Monopoly. Desleixou-se, e deixou crescer a barba e o cabelo; nada o agarrava à vida como a borga.
Um dia, um Bar Gay numa esquina de Nazaré, chamado "Horny jews", precisou de um arranjo no palco onde os strippers dançavam e os romanos aplaudiam. Jesus tinha sempre uma garrafa de whisky no bolso, e nesta manhã já tinha "provado" demais da garrafa. Quando descobriu que ia arranjar o palco e se apanhou sozinho, agarrou-se ao poste e começou a dançar como nunca ninguém tinha dançado, com uma graciosidade extrema, a desenhar sensualmente os seus movimentos. A ver isto, estava Judas, o dono do bar, apreciador de rapazinhos como Jesus. Rapidamente o tentou convencer a trabalhar para ele.
- como te chamas?
Jesus pausa um pouco a sua dança, olha em volta e saca da carteira, olhando atentamente para a carta de condução para se certificar do nome.
- Jesus Cristo, acho que é isto o meu nome.
- Ah Jesus, trabalha para mim. Serás bem pago, terás todas as mulheres, todo o vinho. Chamar-te-ás Barbudo Tesudo a partir de agora. E já agora... como é que é?
Jesus abre os braços, esticando-os ao máximo.
- É mais ou menos assim.
E foi esta imagem que foi capturada por um papparazzi e que inspirou a estátua do Cristo-Rei.
Os mese passavam e Jesus fez fama. Tanto que até fundaram um clube de fãs, Os Apóstolos. Ele já era tão conhecido que já ninguém se importava com o seu cheiro a vaca que fez a maratona.
Uma noite, Judas entrou no camarote do Barbudo Tesudo enquanto este punha o rimel para a sua actuação. Após algumas conversas superficiais, Judas confessou ter por ele uma enorme atracção "Inchaqui Salad", ou, correctamente traduzido "anda cá meu pequenote, vou-te mostrar as estrelas com a minha luneta".
Aterrorizado, Jesus fugiu e foi ter a um esquisito local... um ringue de boxe. Nos próximos anos, Jesus tentou de tudo; foi Jesus "El Carpintero" Cristo no ringue, JC and the Buzinas Flatulentas, a primeira banda de hip-hop e Juca, dono de uma taberna mal frequentada. Entretanto, numa das suas noites de álcool e boémia, perdeu-se no deserto com o seu clube de fãs, os Apóstolos. Quando acordou, meio assado, meio dorido e a outra metade meia ressacada. Decidiu parar num restaurante pa comer qualquer coisa com o seu clube de fans. Por azar, foi parar a um estabelecimento cujo dono era Judas. Assim que ele entrou e viu Judas gritou de irritação "esta é a última ceia que eu tenho convosco, bando de pardais menstruados!" Jesus andava a passar uma fase muito perturbada da sua vida; já só tinha um ano de vida e tinha ataques de raiva constantes, tendo sido ele o primeiro a desenvolver o sindroma de Tourette. Uma noite, enquanto passeava pela cidade, deparou-se com uma guarda que lhe perguntou as horas:
- Quod horas sunt?
- o que é que chamaste à minha mãe! AH SEU HEREGE! MALDITO IMBECIL!
O guarda irritou-se e prendeu-o. Entretanto, quando ele estava prestes a ser liberto, surge um guarda com uma bacia para ele se lavar, processo normal nos prisioneiros que brevemente são livres. Jesus respondeu
- Uma bacia?! Ó tanso, Lava-me aqui as mãos! já agora a pila e os tomates!
Um outro guarda, que tinha problemas de audição, percebeu "lavo as mãos por Pilatos". Jesus acabou por ser chicoteado por ter uma irritante mosca nas costas que não conseguia agarrar. No dia seguinte, surge um empresário na sua cela, vestido com um fato branco, gravata rosa e camisa verde.
- O meu nome é John Custódio. Posso-te tirar daqui se amanhã fizeres um espetáculo de strip ao vivo num palco emprovisado e acabares o número a fazer de homem-estátua.
E assim foi. Jesus dançou à volta de um "stripper pole" improvisado em forma de "T", e acabou com grandes aplausos, com o seu número de homem estátua. Quando estava a fazer uma vénia a agradecer ao público, torceu o dedo mendinho do pé esquerdo, caiu ao chão e bateu com a cabeça numa pedra. Ficou inconsciente e, quando recuperou, levantou-se e deu com a cabeça na cruz, morrendo instantaneamente. Daí ele ter "morrido na cruz".
Le Fin
Hoje vou contar a verdadeira história de Jesus Cristo. Passei muitas horas a fazer pesquisa, noites em branco, fechado num quarot escuro a recolher informação. Mitos e lendas surgem em torno de um homem que, vendo bem, não era diferente do comum mortal. Finalmente consegui reunir os dados necessários para fazer uma biografia justa.
Em 33 AC ele nasceu numa manjedoura e desenvolveu uma terrível febre dos fenos e inúmeras infecções cutâneas produtoras de glândulas alienígenas que o faziam cheirar a suor de vaca. Quando ele tinha 10 anos, em 23 AC, reparou no calendário que estava no frigorífico e perguntou à sua mãe "olha lá, o que é esta merda? Então vou morrer daqui a 23 anos e não posso fazer nada por isso?!" Saiu a correr de casa e esqueceu-se do desodorizante, infestando as redondezas com o seu terrível odor.
Triste e angustiado, deitou-se debaixo de uma árvore e, do nada, surge uma figura feminina "serviço completo é um carneiro. Coisas mais esquisitas pagas a galinhas" disse a figura, tentando manter os olhos abertos e a baba dentro da boca. Uma seringa pendia do seu braço direito, que ela tirou com um "ah, ups...errr... é insulina". Jesus estava espantado com a beleza da mulher e perguntou o nome..."Madalena. Mas os meus amigos chamam-me Maçaneta". "Maçaneta porquê, senhora?" "Porque toda a gente agarra e dá uma volta". Jesus, não querendo ficar atrás, deu também uma voltita, embora ela tivesse a dormir durante todo o processo. Mas ele queria mais. Já que ia morrer tão cedo, ao menos que a sua existência fosse feliz. Começou a trabalhar numa carpintaria a fazer penicos, onde todo o dinheiro ia para o álcool, prostitutas, droga e Monopoly. Desleixou-se, e deixou crescer a barba e o cabelo; nada o agarrava à vida como a borga.
Um dia, um Bar Gay numa esquina de Nazaré, chamado "Horny jews", precisou de um arranjo no palco onde os strippers dançavam e os romanos aplaudiam. Jesus tinha sempre uma garrafa de whisky no bolso, e nesta manhã já tinha "provado" demais da garrafa. Quando descobriu que ia arranjar o palco e se apanhou sozinho, agarrou-se ao poste e começou a dançar como nunca ninguém tinha dançado, com uma graciosidade extrema, a desenhar sensualmente os seus movimentos. A ver isto, estava Judas, o dono do bar, apreciador de rapazinhos como Jesus. Rapidamente o tentou convencer a trabalhar para ele.
- como te chamas?
Jesus pausa um pouco a sua dança, olha em volta e saca da carteira, olhando atentamente para a carta de condução para se certificar do nome.
- Jesus Cristo, acho que é isto o meu nome.
- Ah Jesus, trabalha para mim. Serás bem pago, terás todas as mulheres, todo o vinho. Chamar-te-ás Barbudo Tesudo a partir de agora. E já agora... como é que é?
Jesus abre os braços, esticando-os ao máximo.
- É mais ou menos assim.
E foi esta imagem que foi capturada por um papparazzi e que inspirou a estátua do Cristo-Rei.
Os mese passavam e Jesus fez fama. Tanto que até fundaram um clube de fãs, Os Apóstolos. Ele já era tão conhecido que já ninguém se importava com o seu cheiro a vaca que fez a maratona.
Uma noite, Judas entrou no camarote do Barbudo Tesudo enquanto este punha o rimel para a sua actuação. Após algumas conversas superficiais, Judas confessou ter por ele uma enorme atracção "Inchaqui Salad", ou, correctamente traduzido "anda cá meu pequenote, vou-te mostrar as estrelas com a minha luneta".
Aterrorizado, Jesus fugiu e foi ter a um esquisito local... um ringue de boxe. Nos próximos anos, Jesus tentou de tudo; foi Jesus "El Carpintero" Cristo no ringue, JC and the Buzinas Flatulentas, a primeira banda de hip-hop e Juca, dono de uma taberna mal frequentada. Entretanto, numa das suas noites de álcool e boémia, perdeu-se no deserto com o seu clube de fãs, os Apóstolos. Quando acordou, meio assado, meio dorido e a outra metade meia ressacada. Decidiu parar num restaurante pa comer qualquer coisa com o seu clube de fans. Por azar, foi parar a um estabelecimento cujo dono era Judas. Assim que ele entrou e viu Judas gritou de irritação "esta é a última ceia que eu tenho convosco, bando de pardais menstruados!" Jesus andava a passar uma fase muito perturbada da sua vida; já só tinha um ano de vida e tinha ataques de raiva constantes, tendo sido ele o primeiro a desenvolver o sindroma de Tourette. Uma noite, enquanto passeava pela cidade, deparou-se com uma guarda que lhe perguntou as horas:
- Quod horas sunt?
- o que é que chamaste à minha mãe! AH SEU HEREGE! MALDITO IMBECIL!
O guarda irritou-se e prendeu-o. Entretanto, quando ele estava prestes a ser liberto, surge um guarda com uma bacia para ele se lavar, processo normal nos prisioneiros que brevemente são livres. Jesus respondeu
- Uma bacia?! Ó tanso, Lava-me aqui as mãos! já agora a pila e os tomates!
Um outro guarda, que tinha problemas de audição, percebeu "lavo as mãos por Pilatos". Jesus acabou por ser chicoteado por ter uma irritante mosca nas costas que não conseguia agarrar. No dia seguinte, surge um empresário na sua cela, vestido com um fato branco, gravata rosa e camisa verde.
- O meu nome é John Custódio. Posso-te tirar daqui se amanhã fizeres um espetáculo de strip ao vivo num palco emprovisado e acabares o número a fazer de homem-estátua.
E assim foi. Jesus dançou à volta de um "stripper pole" improvisado em forma de "T", e acabou com grandes aplausos, com o seu número de homem estátua. Quando estava a fazer uma vénia a agradecer ao público, torceu o dedo mendinho do pé esquerdo, caiu ao chão e bateu com a cabeça numa pedra. Ficou inconsciente e, quando recuperou, levantou-se e deu com a cabeça na cruz, morrendo instantaneamente. Daí ele ter "morrido na cruz".
Le Fin
sábado, julho 16, 2005
Bolhinhas e tacos de Críquet.
Como vou para férias e vou estar uns tempos sem colocar mais nenhum post por aqui, isso e a falta de sono aliada a uma forte dor no dedo mindinho do pé esquerdo, decidi brindar o leitor com mais umas pérolas literárias jorradas em catadupas da minha mente distorcida e perversa...
Segundo consta, os autores dos atentados em Londres eram nada mais nada menos do que rapazes de idades muito jovens com gosto pelo criquet e também por tomar conta de criancinhas...Ora meus amigos eu desenvolvi uma teoria que pode ser bastante útil aos serviços secretos britânicos, senão contemplem: Quem mais é que nós conhecemos que gosta de pegar no taco e tomar conta de criancinhas??? Sim, exactamente... Nada mais nada menos do que o auto-proclamado Rei da Pop , Michael Jackson(segundo o dicionário "Pop" deriva do barulho que o chamado pirilau faz ao sair do xamado rabo, vulgo caralho e cú... por isso o nosso amigo Michael é conotado como o Rei da Pop, ou seja, o Rei do Nabo a desencavar do Cú) estará por trás destes recentes atentados, sendo o tal "cérebro" que as autoridades dizem ainda estar a monte.
Isto faz perfeitamente sentido, senão vejamos, os atentados ocorreram dias depois de Michael ser ilibado... depois temos os pormenores das criancinhas e do criquet, Helloooo querem melhor perfil de subordinado do Michael que esse?? Depois é a questão do cérebro...sim pois essa será a unica parte funcional do rapaz, ainda que completamente atrofiado e deixado quase ao descoberto. Mas ainda há mais segundo me parece Michael não será o unico Mastermind por trás disto, não senhor... Há também um segundo personagem que é nada mais nada menos do que o macaco Bubbles (Bolhinhas)...sim esse é o grande e aterrador facto de toda esta história, que faz parte de um grande e imenso plano de erradicar toda a humanidade deste planeta... deixando apenas os negros, muçulmanos e ucranianos como bestas de carga e onde os macacos reinariam supremos, com Michael Jackson no lugar de Re...Rai....erm.....soberano das criancinhas e personal bitch de Bolhinhas. Cuidado meus amigos.
Tenho dito, chiça!
Segundo consta, os autores dos atentados em Londres eram nada mais nada menos do que rapazes de idades muito jovens com gosto pelo criquet e também por tomar conta de criancinhas...Ora meus amigos eu desenvolvi uma teoria que pode ser bastante útil aos serviços secretos britânicos, senão contemplem: Quem mais é que nós conhecemos que gosta de pegar no taco e tomar conta de criancinhas??? Sim, exactamente... Nada mais nada menos do que o auto-proclamado Rei da Pop , Michael Jackson(segundo o dicionário "Pop" deriva do barulho que o chamado pirilau faz ao sair do xamado rabo, vulgo caralho e cú... por isso o nosso amigo Michael é conotado como o Rei da Pop, ou seja, o Rei do Nabo a desencavar do Cú) estará por trás destes recentes atentados, sendo o tal "cérebro" que as autoridades dizem ainda estar a monte.
Isto faz perfeitamente sentido, senão vejamos, os atentados ocorreram dias depois de Michael ser ilibado... depois temos os pormenores das criancinhas e do criquet, Helloooo querem melhor perfil de subordinado do Michael que esse?? Depois é a questão do cérebro...sim pois essa será a unica parte funcional do rapaz, ainda que completamente atrofiado e deixado quase ao descoberto. Mas ainda há mais segundo me parece Michael não será o unico Mastermind por trás disto, não senhor... Há também um segundo personagem que é nada mais nada menos do que o macaco Bubbles (Bolhinhas)...sim esse é o grande e aterrador facto de toda esta história, que faz parte de um grande e imenso plano de erradicar toda a humanidade deste planeta... deixando apenas os negros, muçulmanos e ucranianos como bestas de carga e onde os macacos reinariam supremos, com Michael Jackson no lugar de Re...Rai....erm.....soberano das criancinhas e personal bitch de Bolhinhas. Cuidado meus amigos.
Tenho dito, chiça!
Futurologia em fasé pré-férias.

Já lá vai algum tempo desde a última vez que escrevi algo neste blog, por isso este post é uma espécie de "regresso do filho pródigo" da minha parte... Tendo isso em mente gostaria de fazer uma espécie de prospecção no futuro vulgo futurologia (para os leitores com síndrome de Down, ou para aqueles que são simplesmente burros), a previsão que eu gostaria de deixar desta vez, e desafiando a omnisciência do magnânimo Oneiros meu confrade, é uma previsão do aspecto futuro da bem conhecida Paris Hilton, depois de todo este sucesso e após uma tourneé bem sucedida pelo mundo inteiro onde a nossa querida Paris faria um espectaculo repleto de pirotecnía, lubrificante, um Grandanoir, e um berbequim com um dildo na ponta...
Mas como "girls will be girls", frase tornada conhecida pelo famoso Butch MacDick, a nossa menina rebelde e traquina Paris continuará a fazer sessões de pornografia e exibicionismo com os seus namorados que continuará por sua vez a fazer furor nos meandros da internet. Na sua longa lista de namorados constarão nomes incrivelmente sonantes, tais como o notório Zé dos Plástico, o carteiro Severino (na altura estará como lambedor de selos oficial nos serviços postais de Carrazeda de Anciães), o mecânico Marcolino e ainda o famoso bombeiro de 1,92m e 98 Kg's, Paulinho das Azenhas, que por sua vez estará no regimento de sapadores bombeiros de Deocriste onde no cumprimento do dever (apagar um fogareiro da patuscada anual do regimento), acabará por queimar o interior do umbigo após se inclinar para apanhar uma brasa do carvão que tinha caído, razão pela qual o seu relacionamento com Paris iria terminar. Actualmente a menina namora com um milionário *coff*dinheirinho-do-papá*coff* grego... Será então mais do que lógico que o leitor tenha exactamente a reacção do grego ao ver o aspecto da nossa bela e sensual menina depois de anos e anos de sexo inseguro e comportamentos de risco, onde nos mesmo se inclui fazer paraquedísmo sem cinto de castidade e também lutar wrestling com ursos pardos...
Aqui mostro uma foto tirada pelo namorado da época, o infâme Manuel João Viera vocalista da famigerada banda portuguesa, Ena pà 2000... Tenho dito, caralho!
segunda-feira, julho 11, 2005
Resultado de uma mente perturbada pelo cansaço e saturação laboral. Ao menos não são gases
- Boa tarde, é aqui o Tasca do Ti Zé?
- é sim senhor jovem.
Enquanto falava com o jovem, o Ti Zé ia oscilando de tomate em tomate para coçar.
- Ah, é que um amigo meu disse-me para vir ter com ele aqui, chama-se Carla.
- Claro claro! Grande rapaz que o Carla é! Conheço-o desde que ele era do meu tamanho.
Houve um momento de silêncio... o jovem quebrou-o.
- então olhe, quando ele chegar, aponte a minha mesa. Entretanto leve-me uns tremoços e um champagnezito. Pode ser um Chatêau Neuf du Pap de 68, se faz favor.
- Tremoços tudo bem, agora champagne está complicado. Só temos Cordon Rouge seco ou Pinot Noir.
- Então leve-me só os tremoços.
- Está feito!
O jovem sentou-se à espera do seu amigo. Imagens invadiram-lhe o cérebro, reminiscências do passado... ele e o Carla a andarem de bicicleta, a primeira menstruação do Carla... bons tempos. E assim ele passeou pelas memórias, enquanto comia uns tremoços de Mirandela (http://www.geocities.com/afatres/mirandela/tremocos.htm). Uma figura surgiu pela porta... aquelas curvas que ele conhecia, seios fartos e ancas estreitas. Uns lábios finos, cabelo como água a escorrer pelos ombros. O jovem levantou-se, deu um forte abraço ao seu amigo de infância, dando-lhe de seguida uma palmada no rabo e apalpou-lhe o peito.
- Ó migo Carla, estás com uns músculos! Já não te via há anos!
- Olha - disse Carla com um ar sério - temos que falar.
- Claro! Mas passa-se alguma coisa? Problemas com a velhota lá em casa?
Sentaram-se os dois em silêncio. Carla falou.
- Não sei como te hei-de explicar isto, por isso vou directa ao assunto. Eu sou uma mulher! E tu sabes disso! Há anos que tu e o Ti Zé fingem que eu sou um homem só para me apalparem e tocarem!
- Ó Carla, não sejas parvo! Olha-me este!
Carla levantou o top e exibiu-se.
- Eh lá! Isso está inflamado rapaz! Vê se vais ao médico!
Neste momento, entrou um homem sujo, t-shirt de alças, pêlo das costas a transbordar pelos buracos. Calças sujas de tinta, bigode farto a cobrir o lábio de cima
- Sô Zé, é uma fresquinha, se faz favor!
- Senhora Mário, tão bonita que está hoje. Fez alguma coisa à pele? Está tão macia e lisa - o Ti Zé passou a mão pela cara da Sra. Mário...
Entretanto, no outro lado da rua, no supermercado local, uma lagosta discutia com a pizza Marco Bellini quatro estações a existência da matéria enquanto ideia que partilha de uma série de conceitos, não algo igual em todas as realidades pessoais. O assunto ficou resolvido quando um dos douradinhos disse:
- se Camões fosse heterossexual, teria escrito As Damas, e não Os Lusíadas. Parece um pouco roto ou é só impressão minha?
Todos se calaram, à espera que a Sra. Nardinova, ucrâniana dona de um negócio de contrabando de tremoços da Mirandela, pegasse neles para cozinhar para a sua família de 39 na mesma casa.
- é sim senhor jovem.
Enquanto falava com o jovem, o Ti Zé ia oscilando de tomate em tomate para coçar.
- Ah, é que um amigo meu disse-me para vir ter com ele aqui, chama-se Carla.
- Claro claro! Grande rapaz que o Carla é! Conheço-o desde que ele era do meu tamanho.
Houve um momento de silêncio... o jovem quebrou-o.
- então olhe, quando ele chegar, aponte a minha mesa. Entretanto leve-me uns tremoços e um champagnezito. Pode ser um Chatêau Neuf du Pap de 68, se faz favor.
- Tremoços tudo bem, agora champagne está complicado. Só temos Cordon Rouge seco ou Pinot Noir.
- Então leve-me só os tremoços.
- Está feito!
O jovem sentou-se à espera do seu amigo. Imagens invadiram-lhe o cérebro, reminiscências do passado... ele e o Carla a andarem de bicicleta, a primeira menstruação do Carla... bons tempos. E assim ele passeou pelas memórias, enquanto comia uns tremoços de Mirandela (http://www.geocities.com/afatres/mirandela/tremocos.htm). Uma figura surgiu pela porta... aquelas curvas que ele conhecia, seios fartos e ancas estreitas. Uns lábios finos, cabelo como água a escorrer pelos ombros. O jovem levantou-se, deu um forte abraço ao seu amigo de infância, dando-lhe de seguida uma palmada no rabo e apalpou-lhe o peito.
- Ó migo Carla, estás com uns músculos! Já não te via há anos!
- Olha - disse Carla com um ar sério - temos que falar.
- Claro! Mas passa-se alguma coisa? Problemas com a velhota lá em casa?
Sentaram-se os dois em silêncio. Carla falou.
- Não sei como te hei-de explicar isto, por isso vou directa ao assunto. Eu sou uma mulher! E tu sabes disso! Há anos que tu e o Ti Zé fingem que eu sou um homem só para me apalparem e tocarem!
- Ó Carla, não sejas parvo! Olha-me este!
Carla levantou o top e exibiu-se.
- Eh lá! Isso está inflamado rapaz! Vê se vais ao médico!
Neste momento, entrou um homem sujo, t-shirt de alças, pêlo das costas a transbordar pelos buracos. Calças sujas de tinta, bigode farto a cobrir o lábio de cima
- Sô Zé, é uma fresquinha, se faz favor!
- Senhora Mário, tão bonita que está hoje. Fez alguma coisa à pele? Está tão macia e lisa - o Ti Zé passou a mão pela cara da Sra. Mário...
Entretanto, no outro lado da rua, no supermercado local, uma lagosta discutia com a pizza Marco Bellini quatro estações a existência da matéria enquanto ideia que partilha de uma série de conceitos, não algo igual em todas as realidades pessoais. O assunto ficou resolvido quando um dos douradinhos disse:
- se Camões fosse heterossexual, teria escrito As Damas, e não Os Lusíadas. Parece um pouco roto ou é só impressão minha?
Todos se calaram, à espera que a Sra. Nardinova, ucrâniana dona de um negócio de contrabando de tremoços da Mirandela, pegasse neles para cozinhar para a sua família de 39 na mesma casa.
quarta-feira, julho 06, 2005
"Sou a tua nova amiga, sou a Cátia Beijinhos"
Hoje vou optar por começar o meu devaneio da maneira como milhares de conversas se iniciam por todo o mundo (com as respectivas alterações linguísticas). "No outro dia", marquei encontro com o Oneiros para tomar um café e pôr a conversa em dia. Marcámos a hora e o sítio, e lá estávamos. Iniciámos as nossas longas discussões sobre a iniciação sexual dos babuínos e de que modo eles influenciam o Artigo 23º da Constituição. Entretanto, surge um mendigo no café. Chega ao pé de nós e eu, já estando preparado para um "não tenho", fiquei surpreso com a sua conversa. Começou por se apresentar, dizer que tem dificuldades, as coisas do costume. O homem não tinha assim um aspecto tão mau como podem estar a imaginar neste momento; penteado, barbeado, jeans, camisa... O Oneiros olhava para ele de modo atento, e eu olhava de modo atento para o Oneiros a pensar "porque raio está o Oneiros a olhar para ele de modo atento?". O homem olhou para mim de modo atento e disse "estou a olhar atentamente para ambos, importam-se que eu me sente?". Comecei a procurar uma desculpa o mais rapidamente possível, mas o Oneiros antecipou-se "sente-se Sr. Martins". Mais uma vez, eu estava a olhar atentamente para o Oneiros, enquanto ele olhava atentamente para o Sr. Martins.
- Nasci em 1970 em cima dos jornais de um quiosque. A minha mãe foi-se embora e lá me deixou em cima do Público, tendo eu sido adoptado pelo Sr. Martins, o gajo que estava no quiosque, a quem eu fui buscar o nome. À medida que crescia, desenvolvi uma paixão por Ballet, que nunca concretizei por ter uma perna mais curta do que aquela que é mais comprida, que por sua vez se alonga um pouco mais do que a que é mais curta.
Aqui ele fez uma pausa para olhar para nós; eu tinha-me afastado ligeiramente quando ele falou de ballet, e o Oneiros tinha-se aproximado dele, com uma lágrima a escorrer-lhe pelo rosto, comovido com a história das pernas. Prosseguiu...
- Cresci e tornei-me empregado de Bar num bordel, O "Cotovia Rimbombante". Comecei a ganhar gosto pelo ofício, e decidi fundar uma empresa minha, a "Sopranaflauta Lda." Rapidamente ganhei fortuna, ao descobrir uma mina de ouro: as paragens do autocarro. As senhoras que lá estão são ávidas adeptas de prostituição. Tudo correu bem durante 4 anos, até que fui a uma entrega de prémios de bordéis a nível nacional. Estavam lá representantes de todos os rivais, o "Passarinha e Filho Lda", a família "To- Matoso" e a pior, a minha rival, a "Bajanga da Tia Lda". Estava nervosíssimo quando chegou o final, o grande prémio: Melhor Bordel. Eu ganhei....
O Sr. Martins soluçou comovido, o Oneiros abraçou-se a ele num gesto de carinho e eu olhei para a chávena de café, a pensar profundamente em assuntos que me atormentavam: "se a melancia é vermelha por dentro, porque é que os morangos são vermelhos por dentro E por fora?".
Ele recuperou, puxou do seu lencinho para limpar o muco que jorrava das suas narinas, e continuou.
- mas quando subi ao palco, oh desgraça das desgraças! - o Oneiros interrompeu rapidamente
- Não! Não me diga que estava de braguilha aberta!
- Err... não...tipo...não - O Sr. Martins ficou a olhar atentamente para Oneiros, enquanto eu olhava atentamente para a chávena de café - o que aconteceu foi que, quando subi ao palco, todos se riram das minhas pernas! Todos a apontar e gozar! E eu ali, a sofrer! Chamavam-me coisas horríveis, como "Tu que tens uma perna mais comprida que a outra!" ou "Pernas diferentes!" ou pior, "Gajo que tem uma perna mais curta que a outra!". Chorei e gritei "Não se faz! Vós sois muito maus para mim!". Fugi... desisti daquela vida, fui morar para debaixo da ponte com um cão chamado Timóteo... e aqui estou.
O Oneiros lançou a sua cabeça na direcção das mãos, num pranto horrível. Rasgou as suas roupas, exibindo o seu peito peludo e a sua tatuagem da galinha. Cambaleante, fugiu para a rua onde berrou histericamente durante minutos a fio, até que o homem do café lhe pediu "Olhe, desculpe lá, podia parar com isso? É que não é lá muito bom para o negócio ter um gajo semi-nu em frente ao café aos berros", ao que ele respondeu "ya".
Eu sucumbi às lágrimas, quando notei que o meu diminuto cérebro não é suficiente para compreender as diferenças entre uma melancia e um morango. O Sr. Martins desvanesceu, deixando um papel em cima da mesa que tinha escrito "No Verão, a vizinha de cima parece um cogumelo com olhos". Mais tarde, descobri que o Sr. Martins se tinha suicidado com um corta-unhas. Tudo o que resta dele é o papel, para o qual eu olho atentamente todos os dias.
- Nasci em 1970 em cima dos jornais de um quiosque. A minha mãe foi-se embora e lá me deixou em cima do Público, tendo eu sido adoptado pelo Sr. Martins, o gajo que estava no quiosque, a quem eu fui buscar o nome. À medida que crescia, desenvolvi uma paixão por Ballet, que nunca concretizei por ter uma perna mais curta do que aquela que é mais comprida, que por sua vez se alonga um pouco mais do que a que é mais curta.
Aqui ele fez uma pausa para olhar para nós; eu tinha-me afastado ligeiramente quando ele falou de ballet, e o Oneiros tinha-se aproximado dele, com uma lágrima a escorrer-lhe pelo rosto, comovido com a história das pernas. Prosseguiu...
- Cresci e tornei-me empregado de Bar num bordel, O "Cotovia Rimbombante". Comecei a ganhar gosto pelo ofício, e decidi fundar uma empresa minha, a "Sopranaflauta Lda." Rapidamente ganhei fortuna, ao descobrir uma mina de ouro: as paragens do autocarro. As senhoras que lá estão são ávidas adeptas de prostituição. Tudo correu bem durante 4 anos, até que fui a uma entrega de prémios de bordéis a nível nacional. Estavam lá representantes de todos os rivais, o "Passarinha e Filho Lda", a família "To- Matoso" e a pior, a minha rival, a "Bajanga da Tia Lda". Estava nervosíssimo quando chegou o final, o grande prémio: Melhor Bordel. Eu ganhei....
O Sr. Martins soluçou comovido, o Oneiros abraçou-se a ele num gesto de carinho e eu olhei para a chávena de café, a pensar profundamente em assuntos que me atormentavam: "se a melancia é vermelha por dentro, porque é que os morangos são vermelhos por dentro E por fora?".
Ele recuperou, puxou do seu lencinho para limpar o muco que jorrava das suas narinas, e continuou.
- mas quando subi ao palco, oh desgraça das desgraças! - o Oneiros interrompeu rapidamente
- Não! Não me diga que estava de braguilha aberta!
- Err... não...tipo...não - O Sr. Martins ficou a olhar atentamente para Oneiros, enquanto eu olhava atentamente para a chávena de café - o que aconteceu foi que, quando subi ao palco, todos se riram das minhas pernas! Todos a apontar e gozar! E eu ali, a sofrer! Chamavam-me coisas horríveis, como "Tu que tens uma perna mais comprida que a outra!" ou "Pernas diferentes!" ou pior, "Gajo que tem uma perna mais curta que a outra!". Chorei e gritei "Não se faz! Vós sois muito maus para mim!". Fugi... desisti daquela vida, fui morar para debaixo da ponte com um cão chamado Timóteo... e aqui estou.
O Oneiros lançou a sua cabeça na direcção das mãos, num pranto horrível. Rasgou as suas roupas, exibindo o seu peito peludo e a sua tatuagem da galinha. Cambaleante, fugiu para a rua onde berrou histericamente durante minutos a fio, até que o homem do café lhe pediu "Olhe, desculpe lá, podia parar com isso? É que não é lá muito bom para o negócio ter um gajo semi-nu em frente ao café aos berros", ao que ele respondeu "ya".
Eu sucumbi às lágrimas, quando notei que o meu diminuto cérebro não é suficiente para compreender as diferenças entre uma melancia e um morango. O Sr. Martins desvanesceu, deixando um papel em cima da mesa que tinha escrito "No Verão, a vizinha de cima parece um cogumelo com olhos". Mais tarde, descobri que o Sr. Martins se tinha suicidado com um corta-unhas. Tudo o que resta dele é o papel, para o qual eu olho atentamente todos os dias.
sexta-feira, junho 24, 2005
Sim, sou bom...
O meu invento da máquina do tempo volta a demonstrar-se... novo post da minha autoria lá para trás (ou baixo).
Título "À Terceira é de vez..."
Título "À Terceira é de vez..."
domingo, junho 19, 2005
I've walked on water, run through fire, can't seem to feel it anymore
Numa pequena vila do interior Alentejano morava Cátia Carina, nascida em 78 e deixou de ser menina aos 88 com o auxílio de um carneiro e uma espátula. Bom, grande fã de animais desde tenra idade, rapidamente ganhou interesse pela biologia e, mais tarde, optou pela medicina e especializou-se naquilo que realmente gostava, tornando-se na lancetadora de pústulas anais em idosos mais conhecida do país. O seu fascínio pouco espaço dava para a família, o seu marido José João e os dois filhos Josão e Catina (sim, se juntarmos 2 nomes em português parecem nomes da Grécia Antiga; estou a pensar escrever um romance sobre o fabuloso tocador de piano Rabo [Raquel e Bo...errr...Bolena, tal como a mulher do Henrique VIII ] ). Desculpem pelo triste à-parte.
Por outro lado, 3 anos antes de Cátia Carina nascer, uma nova aberração tinha brotado... Era Zé Joca, um jovem que, logo à nascença, foi possuído por um espírito de uma senhora de 70 anos que mora com 24 gatos num 3º andar em Queluz. Então, juntou-se à PSP. A sua vida era simples; acordava, trabalhava, fazia o seu ponto-cruz e macramé na hora de almoço, falava de Reality Shows e telenovelas da TVI com os outros polícias. Há algum tempo atrás, Zé Joca ia no seu carrinho com o seu colega de equipa Jaime, e recebem uma alarmante mensagem... durante alguns segundos, o usual barulho a que já se tinham habituado do transmissor da polícia tornou-se num grito de dor, num som de sofrimento: eles estavam encarregues de transmitir a notícia mais pesarosa que se pode dar a alguém. E é aqui que as duas vidas se cruzam; Zé Joca vai a casa de Cátia Carina. Jaime, em choque com a notícia, rasga as suas roupas e sai do carro da PSP ainda em movimento, indo aterrar a uma fábrica de enchidos onde, mais tarde, se tornará cozinheiro na cantina.
Zé Joca inicia a sua viagem interminável até casa de Cátia Carina. O coração na garganta, as mãos inchadas e a tremer, o suor a escorrer-lhe de diversos sítios, como por exemplo a testa (os outros locais iriam originar uma imagem demasiadamente inadequada à minha imaginação, não quero imaginar um polícia gordo sentado no seu carro com gotas a passearem entre os seus entrefolhos e os estofos de cabedal).
Chegou ao destino, uma casa simples, bem apresentável, com os inevitáveis desalojados a mijarem no tapete e a gritarem "És um penico!". Zé Joca caminhou lentamente, afastando os vagabundos do caminho. Os segundos pareciam minutos, os minutos horas, as horas segundos, uma semana duas décadas e meia com um intervalo para celebrar o Natal pelo meio.
Chegou a hora de um pequeno à-parte. Zé Joca, aos 16 anos, foi ao médico por ter ataques constantes de vómitos. Mas acabou por descobrir 2 coisas: os vómitos eram provenientes de uma alimentação incorrecta, e possuía uma rara doença. Uma doença com apenas três ou quatro casos pelo mundo inteiro. Divaguite crónica. As consequências são simples. O doente divaga em grande escala, de uma maneira ridícula e entediante (faz lembrar alguém?). Ele sabia que isso o iria perturbar quando fosse a casa de Cátia Carina transmitir-lhe a triste notícia. Continuando...
Zé Joca aproximou o seu dedo da campainha. Hesitou. Parou a olhar, a pensar se seria justo ser ele a comunicar um acontecimento daqueles . Mas era o seu dever. Ganhou coragem e pressionou o botão. Esperou uns segundos intermináveis, até que a porta abre bruscamente pelas mãos de Cátia Carina:
- MORRE SUA COBRA VENENOSA, ESPERO QUE ARDAS NO INFERNO E QUE UM CEGO TE TENTE CORTAR AS UNHAS COM UM PÉ DE CABRA!
- Boas tardes minha senhora - disse Zé Joca, assustado.
- Ah, penso imensa desculpa - retorquiu Cátia Carina, envergonhada - pensei que fosse a minha mãezinha.
- Não não. Eu sou o Agente Joca, da 13ª esquadra de Canaviais de Cima... - Joca faz uma pequena pausa, e sente a divaguite a entrar em acção. - que é uma bela terra, conhecida pelos seus Canaviais e pelo seu vinho, maravilhoso para acompanhar uma bela posta de pescada.
- Sim, mas o que o trouxe cá?
- Ah, vim de carro. Era para vir com o Jaime mas ele ficou pelo caminho. Bom moço aquele. O pai dele andou na tropa com o amigo do meu tio-avô da parte do meu meio-irmão. Somos quase parentes. O que me faz lembrar um história da minha infância, quando eu passei por um camião do lixo e disse... - Cátia interrompeu
- Senhor agente, não leve a mal, mas sou uma pessoa muito ocupada. Tenho que ir pôr a minha avó ao lume.
- Claro, eu compreendo. As avós são uma preciosidade. São as avós e a minha colecção de nódoas de mostarda, tenho um armário cheio de roupa marcada com mostarda. Os raios dos empresários da mostarda têm um trato com as lojas de roupa, fazem uma mostarda impossível de tirar da roupa. E eu que tinha uns soutiens tão agradáveis, mesmo à medida. No outro dia...
- Senhor Joca, por favor! Vá direito ao assunto!
- Tenho uma notícia grave para lhe dar. Quer-se dizer, não deve ser tão grave como quando um amigo meu acordou no outro dia de ressaca no meio do mato com as calças em baixo e 20 jovens a fumarem e um deles lhe disse "faz a conta à hora e multiplica por 20". Acho que...
Cátia Carina explodiu.
- Ó HOMEM, DESEMBUCHE!
- eu...eu...eu peço imensa desculpa por ter que ser eu a transmitir-lhe a notícia... - Zé Joca faz uma pausa, inspira e expira suavemente para controlar a divaguite, ganha coragem e diz à senhora - eu estou com gases.
Os céus tornaram-se cinzentos, as flores morreram... triste dia aquele. Zé Joca virou as costas para esconder uma lágrima, enquanto Cátia Carina tombou no chão, ajoelhando-se de braços abertos, a chorar de dor. Ao longe, um melro cantava uma melodia triste. Era o YMCA dos Village People...
- Fim
Por outro lado, 3 anos antes de Cátia Carina nascer, uma nova aberração tinha brotado... Era Zé Joca, um jovem que, logo à nascença, foi possuído por um espírito de uma senhora de 70 anos que mora com 24 gatos num 3º andar em Queluz. Então, juntou-se à PSP. A sua vida era simples; acordava, trabalhava, fazia o seu ponto-cruz e macramé na hora de almoço, falava de Reality Shows e telenovelas da TVI com os outros polícias. Há algum tempo atrás, Zé Joca ia no seu carrinho com o seu colega de equipa Jaime, e recebem uma alarmante mensagem... durante alguns segundos, o usual barulho a que já se tinham habituado do transmissor da polícia tornou-se num grito de dor, num som de sofrimento: eles estavam encarregues de transmitir a notícia mais pesarosa que se pode dar a alguém. E é aqui que as duas vidas se cruzam; Zé Joca vai a casa de Cátia Carina. Jaime, em choque com a notícia, rasga as suas roupas e sai do carro da PSP ainda em movimento, indo aterrar a uma fábrica de enchidos onde, mais tarde, se tornará cozinheiro na cantina.
Zé Joca inicia a sua viagem interminável até casa de Cátia Carina. O coração na garganta, as mãos inchadas e a tremer, o suor a escorrer-lhe de diversos sítios, como por exemplo a testa (os outros locais iriam originar uma imagem demasiadamente inadequada à minha imaginação, não quero imaginar um polícia gordo sentado no seu carro com gotas a passearem entre os seus entrefolhos e os estofos de cabedal).
Chegou ao destino, uma casa simples, bem apresentável, com os inevitáveis desalojados a mijarem no tapete e a gritarem "És um penico!". Zé Joca caminhou lentamente, afastando os vagabundos do caminho. Os segundos pareciam minutos, os minutos horas, as horas segundos, uma semana duas décadas e meia com um intervalo para celebrar o Natal pelo meio.
Chegou a hora de um pequeno à-parte. Zé Joca, aos 16 anos, foi ao médico por ter ataques constantes de vómitos. Mas acabou por descobrir 2 coisas: os vómitos eram provenientes de uma alimentação incorrecta, e possuía uma rara doença. Uma doença com apenas três ou quatro casos pelo mundo inteiro. Divaguite crónica. As consequências são simples. O doente divaga em grande escala, de uma maneira ridícula e entediante (faz lembrar alguém?). Ele sabia que isso o iria perturbar quando fosse a casa de Cátia Carina transmitir-lhe a triste notícia. Continuando...
Zé Joca aproximou o seu dedo da campainha. Hesitou. Parou a olhar, a pensar se seria justo ser ele a comunicar um acontecimento daqueles . Mas era o seu dever. Ganhou coragem e pressionou o botão. Esperou uns segundos intermináveis, até que a porta abre bruscamente pelas mãos de Cátia Carina:
- MORRE SUA COBRA VENENOSA, ESPERO QUE ARDAS NO INFERNO E QUE UM CEGO TE TENTE CORTAR AS UNHAS COM UM PÉ DE CABRA!
- Boas tardes minha senhora - disse Zé Joca, assustado.
- Ah, penso imensa desculpa - retorquiu Cátia Carina, envergonhada - pensei que fosse a minha mãezinha.
- Não não. Eu sou o Agente Joca, da 13ª esquadra de Canaviais de Cima... - Joca faz uma pequena pausa, e sente a divaguite a entrar em acção. - que é uma bela terra, conhecida pelos seus Canaviais e pelo seu vinho, maravilhoso para acompanhar uma bela posta de pescada.
- Sim, mas o que o trouxe cá?
- Ah, vim de carro. Era para vir com o Jaime mas ele ficou pelo caminho. Bom moço aquele. O pai dele andou na tropa com o amigo do meu tio-avô da parte do meu meio-irmão. Somos quase parentes. O que me faz lembrar um história da minha infância, quando eu passei por um camião do lixo e disse... - Cátia interrompeu
- Senhor agente, não leve a mal, mas sou uma pessoa muito ocupada. Tenho que ir pôr a minha avó ao lume.
- Claro, eu compreendo. As avós são uma preciosidade. São as avós e a minha colecção de nódoas de mostarda, tenho um armário cheio de roupa marcada com mostarda. Os raios dos empresários da mostarda têm um trato com as lojas de roupa, fazem uma mostarda impossível de tirar da roupa. E eu que tinha uns soutiens tão agradáveis, mesmo à medida. No outro dia...
- Senhor Joca, por favor! Vá direito ao assunto!
- Tenho uma notícia grave para lhe dar. Quer-se dizer, não deve ser tão grave como quando um amigo meu acordou no outro dia de ressaca no meio do mato com as calças em baixo e 20 jovens a fumarem e um deles lhe disse "faz a conta à hora e multiplica por 20". Acho que...
Cátia Carina explodiu.
- Ó HOMEM, DESEMBUCHE!
- eu...eu...eu peço imensa desculpa por ter que ser eu a transmitir-lhe a notícia... - Zé Joca faz uma pausa, inspira e expira suavemente para controlar a divaguite, ganha coragem e diz à senhora - eu estou com gases.
Os céus tornaram-se cinzentos, as flores morreram... triste dia aquele. Zé Joca virou as costas para esconder uma lágrima, enquanto Cátia Carina tombou no chão, ajoelhando-se de braços abertos, a chorar de dor. Ao longe, um melro cantava uma melodia triste. Era o YMCA dos Village People...
- Fim
sábado, junho 18, 2005
Odeio-vos mortais...
...sim... definitivamente odeio-vos...
Sim, é sábado... sim, são 10h da manhã... sim, deitei-me depois das 4h... sim, estou acordado!!!
Ok, tenho um casamento hoje, mas só teria de me levantar pelo meio dia por causa disso... mas nããããããããããããoooo!!!!!!! Pelo segundo fim de semana consecutivo, as almas caridosas que são os poderes vigentes decidem que é às 8h30, 9h da manhã de SÁBADO e DOMINGO que as obras BARULHENTAS devem ser feitas ou nas escadas do meu prédio, ou mesmo à minha janela... PORQUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!
Esta gente sabe o que é um fim de semana? Acho que isto devia ser proibido por lei... ou no mínimo eu deveria ser autorizado a crivar de chumbo pesado os artistas que decidem e executam estas coisas, decapitá-los post mortum, mijar-lhes nos crânios ocos (nem precisava de esvaziar, obviamente não possuem massa cizenta suficiente para encher uma colher de café) e violar-lhes a mulheres e filhas... Ah! E claro, antes de tudo isto deveria também ser declarado único e exclusivo herdeiro dos mesmos...
Nota-se que estou de mau humor?
GRUNF!!!!!
Sim, é sábado... sim, são 10h da manhã... sim, deitei-me depois das 4h... sim, estou acordado!!!
Ok, tenho um casamento hoje, mas só teria de me levantar pelo meio dia por causa disso... mas nããããããããããããoooo!!!!!!! Pelo segundo fim de semana consecutivo, as almas caridosas que são os poderes vigentes decidem que é às 8h30, 9h da manhã de SÁBADO e DOMINGO que as obras BARULHENTAS devem ser feitas ou nas escadas do meu prédio, ou mesmo à minha janela... PORQUÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!?!
Esta gente sabe o que é um fim de semana? Acho que isto devia ser proibido por lei... ou no mínimo eu deveria ser autorizado a crivar de chumbo pesado os artistas que decidem e executam estas coisas, decapitá-los post mortum, mijar-lhes nos crânios ocos (nem precisava de esvaziar, obviamente não possuem massa cizenta suficiente para encher uma colher de café) e violar-lhes a mulheres e filhas... Ah! E claro, antes de tudo isto deveria também ser declarado único e exclusivo herdeiro dos mesmos...
Nota-se que estou de mau humor?
GRUNF!!!!!
sexta-feira, maio 20, 2005
À terceira é de vez...
Já dizia o outro:
"Uma vez é uma singularidade, duas vezes uma coincidência, três vezes é um facto científico." (na verdade ninguém dizia isto, acabei de inventar, e sim também acabei de me citar a mim próprio, obrigado! Sou uma divindade. Eu posso!!)
Ora segundo esta simples e útil (já para não falar de comprovada e testada, perguntem ao Aristóteles) regra, hoje reparei em mais uma verdade inabalável do cosmos.
Vou-vos contar uma história (mais uma vez) para elucidar e ilustrar o meu ponto. E reza assim:
Corria o ano de 1999 quando este invólucro de base carbónica que uso como contenção das minhas energias oníricas no vosso plano mortal (leia-se "corpo") atingiu um momento decisivo na sua/minha vida (e note-se que uso o termo vida apenas para definir este curto mas tão longo espaço de tempo em qeu vou estar limitado à vossa existência mortal devido a uma péssimo aposta com o Destino (ver posts anteriores)). Momento esse que vocês humanos chamam "entrei na faculdade, tenho agora qualquer coisa como 5 a 20 anos para não fazer nenhum". Como boa unidade de base carbónica que era, escolhi para minha ocupação dos tempos entre os tempos livres o belo e excelso curso de Biologia Marinha e Pescas na Universidade do Algarve, Campus de Gambelas. Por motivos que vou dispensar de explicar, 3 anos depois, estava a deixar o Algarve e a preparar-me para reiniciar o ciclo, onde acabei por ganhar admissão em Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Ora nesse maravilhoso ano (creio que se tratava de 2002) tinha entrado no exato mesmo curso uma antiga colega de Biologia Marinha e Pescas (BMP, como os Bitmaps). Pensei, bom duas singularidades a ocorrer ao mesmo tempo... é uma coincidência. E eis que agora em 2005 deparo-me com uma terceira semi-ocorrência: como poderam observar se forem leitores habituais deste blog e seus comentários (e se não são não merecem respirar o ar que absorvem pelas vossas respectivas cavidades pulmonares) a nossa cara wenya, ela própria uma aluna de Antropologia desta instituição a que carinhosamente chamamos "fac", admite ter cogitado seriamente a possibilidade de ao invés de enveredar pelas ciências sociais, rumar aos Algarves para estudar peixinhos (nota pessoal: peixinhos a minha pila torta... se quissesse cursos de química orgânica e microbiologia sabia escolhê-los, muito obrigado).
Ou seja, temos aqui três casos documentados (isto é um documento?) que demonstram a estranha ligação entre BMP e Antropologia, entre o Peixe e o Homem, entre o Natural e o Social...
Pergunto-me qual será exatamente a natureza desta estranha ligação... será o cheiro em comum? (que os vossos sacos de carne francamente, mas já tiveram melhores dias em relação ao odorífero) Ou será que isto comprova aquela teoria que alghuns defendem que toda a vida terrestre (incluindo os humanos) descendem todos dos peixes? Deixo as considerações e ramificações ao leitor, agora tenho de ir fazer uma coisa... :P
"Uma vez é uma singularidade, duas vezes uma coincidência, três vezes é um facto científico." (na verdade ninguém dizia isto, acabei de inventar, e sim também acabei de me citar a mim próprio, obrigado! Sou uma divindade. Eu posso!!)
Ora segundo esta simples e útil (já para não falar de comprovada e testada, perguntem ao Aristóteles) regra, hoje reparei em mais uma verdade inabalável do cosmos.
Vou-vos contar uma história (mais uma vez) para elucidar e ilustrar o meu ponto. E reza assim:
Corria o ano de 1999 quando este invólucro de base carbónica que uso como contenção das minhas energias oníricas no vosso plano mortal (leia-se "corpo") atingiu um momento decisivo na sua/minha vida (e note-se que uso o termo vida apenas para definir este curto mas tão longo espaço de tempo em qeu vou estar limitado à vossa existência mortal devido a uma péssimo aposta com o Destino (ver posts anteriores)). Momento esse que vocês humanos chamam "entrei na faculdade, tenho agora qualquer coisa como 5 a 20 anos para não fazer nenhum". Como boa unidade de base carbónica que era, escolhi para minha ocupação dos tempos entre os tempos livres o belo e excelso curso de Biologia Marinha e Pescas na Universidade do Algarve, Campus de Gambelas. Por motivos que vou dispensar de explicar, 3 anos depois, estava a deixar o Algarve e a preparar-me para reiniciar o ciclo, onde acabei por ganhar admissão em Antropologia na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Ora nesse maravilhoso ano (creio que se tratava de 2002) tinha entrado no exato mesmo curso uma antiga colega de Biologia Marinha e Pescas (BMP, como os Bitmaps). Pensei, bom duas singularidades a ocorrer ao mesmo tempo... é uma coincidência. E eis que agora em 2005 deparo-me com uma terceira semi-ocorrência: como poderam observar se forem leitores habituais deste blog e seus comentários (e se não são não merecem respirar o ar que absorvem pelas vossas respectivas cavidades pulmonares) a nossa cara wenya, ela própria uma aluna de Antropologia desta instituição a que carinhosamente chamamos "fac", admite ter cogitado seriamente a possibilidade de ao invés de enveredar pelas ciências sociais, rumar aos Algarves para estudar peixinhos (nota pessoal: peixinhos a minha pila torta... se quissesse cursos de química orgânica e microbiologia sabia escolhê-los, muito obrigado).
Ou seja, temos aqui três casos documentados (isto é um documento?) que demonstram a estranha ligação entre BMP e Antropologia, entre o Peixe e o Homem, entre o Natural e o Social...
Pergunto-me qual será exatamente a natureza desta estranha ligação... será o cheiro em comum? (que os vossos sacos de carne francamente, mas já tiveram melhores dias em relação ao odorífero) Ou será que isto comprova aquela teoria que alghuns defendem que toda a vida terrestre (incluindo os humanos) descendem todos dos peixes? Deixo as considerações e ramificações ao leitor, agora tenho de ir fazer uma coisa... :P
Vénus de Tintin
Ao longo de longos anos (soa mal? Processem-me!) milhares de mensagens subliminares têm sido passadas das mais diversas formas às massas (http://www.religioustolerance.org/chr_cul5.htm), seja pelo cinema, música, pinturas, semáforos, etc. Hoje proponho-me a descodificar algumas das mensagens que encontro nas mais diversas músicas, bem como desmistificar algumas dúvidas comuns;
"Põe aqui a mão e sente o deserto" (Rui Veloso in Não me Mintas) - de facto, isto indica que o Rui Veloso é, efectivamente, desprovido de genitália
"Senhor, a teus pés me confesso, senhor, meu amor maltratei" (António Calvário in Oração) - a letra foi alterada para agradar ao júri da Eurovisão de 64. No original era "senhor, fustiga-me violentamente, senhor, eu tenho sido um mau menino"
"Uma toalha no chão, um caminho cansado, um traço de avião" (Pedro Abrunhosa in Momento) - no fundo, Pedro Abrunhosa quer-nos transmitir a seguinte mensagem: "sou um entediante nortenho com ar de parvo que pensa que sabe rimar e, embora tenha consciência que não o sei fazer, vocês continuam a comprar os meus álbuns"
"Nini dançava só para mim" (Paulo de Carvalho in Nini dos meus 15 anos) - paulo de carvalho relata a história de como perdeu a virgindade com a indiana Nirionikhale, abreviada para nini.
"sim eu sei, que tudo são recordações, sim eu sei, é triste viver de ilusões" (Vitor Espadinha in recordar é viver) - se tocarem estes dois versos ao contrário ouvirão uma voz cavernosa a dizer "minha puta se me voltas a dar com os pés mando-te uma tareia, risco-te o carro, descubro onde moras e vou-te cagar no tapete"
"Sobe, sobe, balão sobe, vai pedir aquela estrela que me deixe lá viver" (Manuela Bravo in Sobe Sobe Balão Sobe) - Manuela critica o sistema policial português devido a uma multa por embriaguez em que acusava 1.5
Agora, vamos ao Internacional:
"Stay on the scene like a sex machine" (James Brown in Sex Machine) - a Dildatex, uma companhia americana de fabricantes de brinquedos sexuais criou o primeiro motor fálico no mercado. James Brown foi dos primeiros a possui-la, e afirmou perante o público "Nunca me senti tão bem na minha vida desde que descobri que sou preto".
"Hello Goodbye" dos Beatles, se tirarmos o "O" de Hello e o "BYE" de goodbye, ficamos com HELL GOOD, uma manifestação do satanismo presente na banda
"Get up, stand up, stand up for your rights" (Bob Marley in Stand up for your Rights) - Bob Marley demonstra nesta música a sua falta de qualidade e fala no futuro, que é ele morrer com 30 espécies de parasitas na cabeça e a sua cara aparecer nas T-Shirts dos jovens como um símbolo de "fumo bué ganzas"
"Love me tender, love me sweet" (Elvis Presley in love me tender) - após umas boas décadas da sua morte, descobriu-se um diário de Elvis que falava do seu fetiche com tendões e articulações; a música chamar-se-ia Love My Tendon", mas como preferiu não dar nas vistas, optou por um título mais discreto
ABBA significa, realmente, Awful Band By Animals
Bem, por hoje é tudo. Boa entrada nos exames para todos (HAHAHAHAHAHA)
"Põe aqui a mão e sente o deserto" (Rui Veloso in Não me Mintas) - de facto, isto indica que o Rui Veloso é, efectivamente, desprovido de genitália
"Senhor, a teus pés me confesso, senhor, meu amor maltratei" (António Calvário in Oração) - a letra foi alterada para agradar ao júri da Eurovisão de 64. No original era "senhor, fustiga-me violentamente, senhor, eu tenho sido um mau menino"
"Uma toalha no chão, um caminho cansado, um traço de avião" (Pedro Abrunhosa in Momento) - no fundo, Pedro Abrunhosa quer-nos transmitir a seguinte mensagem: "sou um entediante nortenho com ar de parvo que pensa que sabe rimar e, embora tenha consciência que não o sei fazer, vocês continuam a comprar os meus álbuns"
"Nini dançava só para mim" (Paulo de Carvalho in Nini dos meus 15 anos) - paulo de carvalho relata a história de como perdeu a virgindade com a indiana Nirionikhale, abreviada para nini.
"sim eu sei, que tudo são recordações, sim eu sei, é triste viver de ilusões" (Vitor Espadinha in recordar é viver) - se tocarem estes dois versos ao contrário ouvirão uma voz cavernosa a dizer "minha puta se me voltas a dar com os pés mando-te uma tareia, risco-te o carro, descubro onde moras e vou-te cagar no tapete"
"Sobe, sobe, balão sobe, vai pedir aquela estrela que me deixe lá viver" (Manuela Bravo in Sobe Sobe Balão Sobe) - Manuela critica o sistema policial português devido a uma multa por embriaguez em que acusava 1.5
Agora, vamos ao Internacional:
"Stay on the scene like a sex machine" (James Brown in Sex Machine) - a Dildatex, uma companhia americana de fabricantes de brinquedos sexuais criou o primeiro motor fálico no mercado. James Brown foi dos primeiros a possui-la, e afirmou perante o público "Nunca me senti tão bem na minha vida desde que descobri que sou preto".
"Hello Goodbye" dos Beatles, se tirarmos o "O" de Hello e o "BYE" de goodbye, ficamos com HELL GOOD, uma manifestação do satanismo presente na banda
"Get up, stand up, stand up for your rights" (Bob Marley in Stand up for your Rights) - Bob Marley demonstra nesta música a sua falta de qualidade e fala no futuro, que é ele morrer com 30 espécies de parasitas na cabeça e a sua cara aparecer nas T-Shirts dos jovens como um símbolo de "fumo bué ganzas"
"Love me tender, love me sweet" (Elvis Presley in love me tender) - após umas boas décadas da sua morte, descobriu-se um diário de Elvis que falava do seu fetiche com tendões e articulações; a música chamar-se-ia Love My Tendon", mas como preferiu não dar nas vistas, optou por um título mais discreto
ABBA significa, realmente, Awful Band By Animals
Bem, por hoje é tudo. Boa entrada nos exames para todos (HAHAHAHAHAHA)
terça-feira, maio 17, 2005
Quando o Uer, é Uer.
O Mal é o Mal. Sempre foi o Mal. Sempre será o Mal. Mas contudo o Mal acha que o Bem faz Mal. Mal em fazer Bem, isto é. E o Mal acha que é Bem fazer o Mal. Eles seguem a sua lógica. Assim eu, sendo ilógico, estou para além do Bem e do Mal. Um louco, um demente, uma pessoa que padece do Sindrome de Down e outros. Pessoas dentro destas categorias não podem ser inseridas no Bem e no Mal categóricos, por não serem consideradas responsáveis de forma consciente e premeditada pelos seus actos, sejam eles pertubadores, destructivos ou, no ponto de vista comum, maléficos.
Tomem este exemplo que se segue: Toda a gente pensa numa moeda e diz: “Olha uma moeda. Tem duas faces. Cara e coroa. Dah!” Ao que eu respondo, após ponderar um pouco, de forma calma e constructiva: “UERUERUERAHHHNAHNAHNUERHAHAUERUERUERAHUEREHUER!”. Isto pode ser traduzido por: “Errado. A moeda tem 3 faces. Ninguém liga aquela face neutra lateral. Passa despercebida por todos. Ela não pode ser responsabilizada por cair Cara ou Coroa. Por escolher randomicamente e inconscientemente o Bem ou o Mal.”
A essa face irresponsável e irresponsabilizada dá-se o nome simples de “O Uer”.
“O Uer”, tal como o meu colega e colaborador Raw já o explicou num seu post anterior, “é Uer” – tomando como minhas, as suas palavras. O Uer está para além do Bem e do Mal. É o Uer que mantém o balanço e o equilíbrio na natureza e tudo o que nos rodeia. É o que faz tanto sair um 1 numa altura crítica e que pode significar a vida ou morte ou um 20 para um spot check a um gigante com o dedo grande do pé enfiado no nosso nariz. O Uer é parecido com o Zen, só que dá-lhe uma abada brutal na sueca e não usa cuecas de fio dental. O Uer é o Olimpo dos Deuses e o Osujo dos Tirouses. Isto é “Uer”.
Contudo há que ter em conta que há inimigos do Uer e da sua doutrina. A Maturidade é um grande inimigo do Uer. Contudo, esta pode ser ignorada facilmente e por completo, dado que é tão aborrecida. "Nevermind. Maturity makes one crappy foe."
Como seguidores do Uer, nós neste blog, espalhamos a palavra. Com prazuer fazemos o comum mortal vuer aquilo que de outra forma não consegueria vuer, embora não façamos milagres. Há que compreender que não se chega facilmente à iluminação Uermoniosa e Uerífica. O Uer tem de ser abraçado de livre vontade, expandindo e alargando os horizontes da sua mente e aceitando os seus ensinamentos. ...Ou então tomando uma quantia considerável de drogas relaxantes, ou um elevado consumo de alcóol. Isso também ajuda.
Um grande Uer haja!
E depois contem como foi.
Tomem este exemplo que se segue: Toda a gente pensa numa moeda e diz: “Olha uma moeda. Tem duas faces. Cara e coroa. Dah!” Ao que eu respondo, após ponderar um pouco, de forma calma e constructiva: “UERUERUERAHHHNAHNAHNUERHAHAUERUERUERAHUEREHUER!”. Isto pode ser traduzido por: “Errado. A moeda tem 3 faces. Ninguém liga aquela face neutra lateral. Passa despercebida por todos. Ela não pode ser responsabilizada por cair Cara ou Coroa. Por escolher randomicamente e inconscientemente o Bem ou o Mal.”
A essa face irresponsável e irresponsabilizada dá-se o nome simples de “O Uer”.
“O Uer”, tal como o meu colega e colaborador Raw já o explicou num seu post anterior, “é Uer” – tomando como minhas, as suas palavras. O Uer está para além do Bem e do Mal. É o Uer que mantém o balanço e o equilíbrio na natureza e tudo o que nos rodeia. É o que faz tanto sair um 1 numa altura crítica e que pode significar a vida ou morte ou um 20 para um spot check a um gigante com o dedo grande do pé enfiado no nosso nariz. O Uer é parecido com o Zen, só que dá-lhe uma abada brutal na sueca e não usa cuecas de fio dental. O Uer é o Olimpo dos Deuses e o Osujo dos Tirouses. Isto é “Uer”.
Contudo há que ter em conta que há inimigos do Uer e da sua doutrina. A Maturidade é um grande inimigo do Uer. Contudo, esta pode ser ignorada facilmente e por completo, dado que é tão aborrecida. "Nevermind. Maturity makes one crappy foe."
Como seguidores do Uer, nós neste blog, espalhamos a palavra. Com prazuer fazemos o comum mortal vuer aquilo que de outra forma não consegueria vuer, embora não façamos milagres. Há que compreender que não se chega facilmente à iluminação Uermoniosa e Uerífica. O Uer tem de ser abraçado de livre vontade, expandindo e alargando os horizontes da sua mente e aceitando os seus ensinamentos. ...Ou então tomando uma quantia considerável de drogas relaxantes, ou um elevado consumo de alcóol. Isso também ajuda.
Um grande Uer haja!
E depois contem como foi.
domingo, maio 15, 2005
A, E, I, O...errr...45%?
Primeiro que tudo, acho conveniente contar a história ao leitor para compreenderem o conteúdo do post. Bem, tudo começou há uns meses atrás; lá estava eu numa esplanada, como sempre, a dissolver a cafeína na nicotina quando, tal D. Sebastião a surgir das névoas, acompanhado por um triunfal relâmpago, que instilou energia por toda área, emanando um misto de poder e serenidade, surgiu uma figura masculina a perguntar, na sua gutural e potente voz "viste o Tomás por aí?" intimidado por tal frase, proveniente de um habitante do Olimpo, apenas consegui murmurar "não". E tal como apareceu, desvanesceu do meu olhar. Minutos depois apareceu-me um anjo a dizer "isto é quase a minha hora de almoço, vamos a despachar; tens um pedido a fazer, cuja magnitude terá impacto tanto no polo positivo como negativo." Acostumado a tais acontecimentos, disse "pá, curtia saber escrever bem, tipo, não dar erros e tal". O anjo respondeu "na boa. Vou bazá-la, fica bem". E assim foi. Desde então, possuo uma escrita deveras minuciosa e perfeita, domino o português escrito e falado e consigo apagar cigarros na língua. Mas, tal como o anjo avisou, há sempre o reverso da medalha. Não consigo escrever "perguiçoso" correctamente. Estou amaldiçoado para todo o sempre, a minha alma penada vagueará de plano em plano em busca da maneira correcta de escrever "perguiçoso". Até recentemente, tudo corria bem, até dois demónios, adoradores de Satã e habitantes das mais profundas Trevas, descobriram a minha fraqueza. Ambos eram Professores de Língua Portuguesa na vida anterior, e foram condenados à eterna podridão por gostarem de A Perfect Circle. Facilmente me desmascararam em público, aqui mesmo no blog. Esses demónios gramaticais agora perseguem-me, ouço-os a sussurrar "não consegues escrever perguiçoso correctamente".
Ora, isto iniciou uma luta contra o Mal, a infecta maldade de ambos os seres. Já os vi, decompostos, monossilábicos, a caminharem lentamente em minha direcção e a usarem as suas capacidades gramaticais para me atacarem. Estes dois seres mal-cheirosos, nefastos, fãs de APC têm que ser parados, antes que mais inocentes sofram a sua ira e tenham que ver os seus erros escarrapachados no blog. Agora, com a fé em nosso senhor jesus cristo, grande amigo meu com uma esquisita escolha sexual (burros e ovelhas, vá-se lá saber) e com o rendimento que a Maria tem no parque a dizer que é virgem, vou reunir forças para batalhar os demónios. Sei que vou vencer, e quando me deparar com os corpos moribundos no chão, vou vociferar bem alto, citando o mesmo que disse o meu amigo cristo quando dois leprosos bissexuais o convidaram para uma sessão de açoites e palmadas: "Vão-se foder"
Ora, isto iniciou uma luta contra o Mal, a infecta maldade de ambos os seres. Já os vi, decompostos, monossilábicos, a caminharem lentamente em minha direcção e a usarem as suas capacidades gramaticais para me atacarem. Estes dois seres mal-cheirosos, nefastos, fãs de APC têm que ser parados, antes que mais inocentes sofram a sua ira e tenham que ver os seus erros escarrapachados no blog. Agora, com a fé em nosso senhor jesus cristo, grande amigo meu com uma esquisita escolha sexual (burros e ovelhas, vá-se lá saber) e com o rendimento que a Maria tem no parque a dizer que é virgem, vou reunir forças para batalhar os demónios. Sei que vou vencer, e quando me deparar com os corpos moribundos no chão, vou vociferar bem alto, citando o mesmo que disse o meu amigo cristo quando dois leprosos bissexuais o convidaram para uma sessão de açoites e palmadas: "Vão-se foder"
quinta-feira, maio 12, 2005
GRUNF
Fiz um post... era mau, mas era meu... era sobre o Rato Cantante e a queima de fitas... mas veio o Explorer, tinha fome e comeu-o... perdeu-se na imensidão do estômago desta besta, o lugar a que chamam Internet e a Humanidade com isso perde (na verdade até deve ficar melhor, mas isso é discutível).
Não tenho pachorra de o refazer... não seria o mesmo, e o momento passou...
Não tenho pachorra de fazer outro... vocês não merecem o esforço...
Comam caracóis até os tímpanos vos rebentarem com os gritos de milhões das pobres criaturas devoradas, a ver se me importo... eu vou jogar Strip-Xadrêz comigo mesmo até vir um Ovni e me levar para um melhor plano de existência...
Não tenho pachorra de o refazer... não seria o mesmo, e o momento passou...
Não tenho pachorra de fazer outro... vocês não merecem o esforço...
Comam caracóis até os tímpanos vos rebentarem com os gritos de milhões das pobres criaturas devoradas, a ver se me importo... eu vou jogar Strip-Xadrêz comigo mesmo até vir um Ovni e me levar para um melhor plano de existência...
terça-feira, maio 10, 2005
Divagações no blog seguidas por um alto e sonoro "Por Amor de Adeus"
- eu quero um bife daquela vaca, se faz favor.
- mas... não é uma vaca. É a minha mãe!
- mas quero à mesma.
- NÃO! MÃEZINHA!
Bem, com a chegada da época de frequências, o meu cérebro recusa-se a acompanhar. Sim, tenho consciência que tenho que estudar, mas o meu cérebro não me deixa. Eu não sou perguiçoso, o meu cérebro é que é. No outro dia perguntei-lhe "siga jogar ao peixinho" e o gajo responde "eish, népia, estou tão bem aqui no sofá".
Eu não me considero perguiçoso, culpo antes as partes do meu corpo que o são. Principalmente o cérebro. Já tentei convencê-lo "ah, já fazias exercício e produzias coisas inteligentes". Ao que surgiu na minha mente a frase "as pessoas estúpidas cansam-se menos". Infelizmente, fez todo o sentido. As pessoas inteligentes têm que se esforçar para manter a imagem de inteligentes, um estúpido basta ser um humano básico. Depois há os espertos que são aqueles que sabem escolher melancias maduras e os cromos, normalmente encontrados no Técnico (durante o dia). Há ainda os parvos, secos e de mau gosto, os atrasados, encontrados em carrinhas especiais e claro, os meus favoritos; os intelectuais, pequenos seres peludos que cheiram mal, não comem animais ( ou seja, contra o canibalismo) e membros do BE ou da JCP.
Sim, o meu cérebro é tendencioso. Ele tem planos para assassinar toda a gente e transmite-os através de mim. Só que é demasiado perguiçoso para sequer tentar que eu não seja perguiçoso ao ponto de não o ser tanto quanto ele é, mas isso faria com que a minha perguiça deixasse de existir no momento em que ele deixasse de ser perguiçoso, mas ele é muito perguiçoso, logo duvido que ele chegue ao ponto de o deixar de ser, para consequentemente eu também não o ser e, claro, conquistar o planeta. Isto foi uma manifestação do meu cérebro a demonstrar o seu descontentamento com as minhas palavras... mas já está tudo bem, tanto que já me deixa escrever palavras de 8 sílabas (indivisibilidade).
- mas... não é uma vaca. É a minha mãe!
- mas quero à mesma.
- NÃO! MÃEZINHA!
Bem, com a chegada da época de frequências, o meu cérebro recusa-se a acompanhar. Sim, tenho consciência que tenho que estudar, mas o meu cérebro não me deixa. Eu não sou perguiçoso, o meu cérebro é que é. No outro dia perguntei-lhe "siga jogar ao peixinho" e o gajo responde "eish, népia, estou tão bem aqui no sofá".
Eu não me considero perguiçoso, culpo antes as partes do meu corpo que o são. Principalmente o cérebro. Já tentei convencê-lo "ah, já fazias exercício e produzias coisas inteligentes". Ao que surgiu na minha mente a frase "as pessoas estúpidas cansam-se menos". Infelizmente, fez todo o sentido. As pessoas inteligentes têm que se esforçar para manter a imagem de inteligentes, um estúpido basta ser um humano básico. Depois há os espertos que são aqueles que sabem escolher melancias maduras e os cromos, normalmente encontrados no Técnico (durante o dia). Há ainda os parvos, secos e de mau gosto, os atrasados, encontrados em carrinhas especiais e claro, os meus favoritos; os intelectuais, pequenos seres peludos que cheiram mal, não comem animais ( ou seja, contra o canibalismo) e membros do BE ou da JCP.
Sim, o meu cérebro é tendencioso. Ele tem planos para assassinar toda a gente e transmite-os através de mim. Só que é demasiado perguiçoso para sequer tentar que eu não seja perguiçoso ao ponto de não o ser tanto quanto ele é, mas isso faria com que a minha perguiça deixasse de existir no momento em que ele deixasse de ser perguiçoso, mas ele é muito perguiçoso, logo duvido que ele chegue ao ponto de o deixar de ser, para consequentemente eu também não o ser e, claro, conquistar o planeta. Isto foi uma manifestação do meu cérebro a demonstrar o seu descontentamento com as minhas palavras... mas já está tudo bem, tanto que já me deixa escrever palavras de 8 sílabas (indivisibilidade).
domingo, abril 17, 2005
No dia seguinte...
Esta noite tive um sonho.
Era um dia soalheiro. Passeava num jardim que adiante se transformava numa floresta. Curioso, fui à floresta. Estava tão bem arranjada como o jardim, exceptuando pelas folhas que cobriam o chão. No centro da floresta, estava plantada uma árvore. Parecia ser tão velha que juraria que poderia ter sido a primeira árvore a fazer parte dessa mesma floresta. Era dobrada e retorcida. Tinha troncos grossos e finos que se retorciam à sua volta. Parecia uma velha corda. Ao contrário das outras árvores, que estavam todas perfeitamente erguidas em direcção aos céus, esta velha árvore dobrava e criava uma grande sombra, como um velho corcunda sentado num banco de jardim, silenciosamente descansando as suas pernas desgastadas pela idade. A sua folhagem, contudo, permanecia rica e verdejante, parecendo querer ocultar a sua idade, que devia ter montes de histórias para contar. Até os troncos que se sobrepunham e se enliavam uns nos outros pareciam formar uma face no tronco principal, parecia viva, no sentido humano e antropomórfico, como se respirasse e transpirasse pelas rachas na sua madeira clara. De repente, veio-me à cabeça. "Esta árvore é uma ______ ______!" Honestamente, no sonho sabia o nome dela, eram dois nomes em inglês - não era "Weeping Willow" porque a folhagem não pendia - aquando escrevo estas frases, não me consigo recordar do seu nome. Seguidamente, veio-me outro pormenor à mente. "Esta ávore só cresce na Austrália!" exclamei, e continuei "Por isso é aí que devo estar neste meu sonho!". Ainda me pergunto como é que eu sabia isto tudo. Nunca vi na televisão programas sobre árvores, a não ser o famoso sketch sobre as várias formas de pronunciar "Larch" no Flying Circus dos Monty Python, nem nunca li livros sobre árvores. Estranhamente, sinto uma vontade terrivel de ler mais sobre elas... E se tal árvore existe mesmo, ou não...
Isto dá uma reviravolta no meu mundo. Pensava que "nature calls" era uma expressão britânica para dizer que precisavamos de ir ao WC, fazer algo "natural". Isto adiciona novos conceitos no meu dicionário enciclopédico de experiência de vida, vivida embora dormida. Estou mais habituado a ter sonhos ridículos em que eu saberia que a árvore era australiana porque começava a falar comigo e eu reparava no seu sotaque, dizendo que se chamava Bruce, e de repente começavam a tocar os Suicidal Tendencies acompanhados por Richard Clayderman no piano e Kenny G no saxofone que fazia headbanging (aquela gadelha há-de servir para alguma coisa, e não é para engatar mulheres - Kenny, amigo, esses caracóizinhos apaneleirados não te ajudam com elas, abafares aí o teu instrumentozito é que ajuda, "lose the curly shit", a não ser que estejas a pensar em juntar-te aos Cannibal Corpse, aí tens o meu aval, eles precisam dum gajo que saiba tocar nos seus instrumentos de sopro). Depois eu partia o microfone na minha cabeça (ou vice-versa), embebedavamo-nos e tinhamos sexo com ninfas, musas e virgens vestais. Isto é um sonho normal para mim.
É engraçado pensar que nós aprendemos relembrando. E que o sonho que tive foi uma memória distante de uma vida distante. Ou então tenho de deixar de beber café com chá de camomila antes de deitar todas as noites (não sei porquê, demoro sempre umas duas horas para dormir ou mais, coisa estranha não? será do chá?). Mas facto é que este fenómeno que supostamente não se passa num mundo real afecta o dito mundo real através de nós e na nossa forma de pensar e de agir. Foi algo que eu sei que não vivi mas que sinto que vivi. Sinto-o na pele, embora não tenha estado lá. Talvez a minha alma tenha deixado o corpo na Terra e tenha ido dar uma volta a um plano incorpóreo. Talvez seja isso que são os sonhos. Viagens por outros mundos.
Bem, divago bué.
Todos os sonhos têm um significado, diz-se. Não me apetece descobri-lo, sinceramente (ou talvez queira, mas sou demasiado preguiçoso para me dar ao trabalho). Apeteceu-me apenas partilhá-lo. E fico por aqui. Because nature is calling me. And me is feeling better after writing this. Feel free to share your thoughts about this. I'll see you in your dreams! UERUERUER!!!
Era um dia soalheiro. Passeava num jardim que adiante se transformava numa floresta. Curioso, fui à floresta. Estava tão bem arranjada como o jardim, exceptuando pelas folhas que cobriam o chão. No centro da floresta, estava plantada uma árvore. Parecia ser tão velha que juraria que poderia ter sido a primeira árvore a fazer parte dessa mesma floresta. Era dobrada e retorcida. Tinha troncos grossos e finos que se retorciam à sua volta. Parecia uma velha corda. Ao contrário das outras árvores, que estavam todas perfeitamente erguidas em direcção aos céus, esta velha árvore dobrava e criava uma grande sombra, como um velho corcunda sentado num banco de jardim, silenciosamente descansando as suas pernas desgastadas pela idade. A sua folhagem, contudo, permanecia rica e verdejante, parecendo querer ocultar a sua idade, que devia ter montes de histórias para contar. Até os troncos que se sobrepunham e se enliavam uns nos outros pareciam formar uma face no tronco principal, parecia viva, no sentido humano e antropomórfico, como se respirasse e transpirasse pelas rachas na sua madeira clara. De repente, veio-me à cabeça. "Esta árvore é uma ______ ______!" Honestamente, no sonho sabia o nome dela, eram dois nomes em inglês - não era "Weeping Willow" porque a folhagem não pendia - aquando escrevo estas frases, não me consigo recordar do seu nome. Seguidamente, veio-me outro pormenor à mente. "Esta ávore só cresce na Austrália!" exclamei, e continuei "Por isso é aí que devo estar neste meu sonho!". Ainda me pergunto como é que eu sabia isto tudo. Nunca vi na televisão programas sobre árvores, a não ser o famoso sketch sobre as várias formas de pronunciar "Larch" no Flying Circus dos Monty Python, nem nunca li livros sobre árvores. Estranhamente, sinto uma vontade terrivel de ler mais sobre elas... E se tal árvore existe mesmo, ou não...
Isto dá uma reviravolta no meu mundo. Pensava que "nature calls" era uma expressão britânica para dizer que precisavamos de ir ao WC, fazer algo "natural". Isto adiciona novos conceitos no meu dicionário enciclopédico de experiência de vida, vivida embora dormida. Estou mais habituado a ter sonhos ridículos em que eu saberia que a árvore era australiana porque começava a falar comigo e eu reparava no seu sotaque, dizendo que se chamava Bruce, e de repente começavam a tocar os Suicidal Tendencies acompanhados por Richard Clayderman no piano e Kenny G no saxofone que fazia headbanging (aquela gadelha há-de servir para alguma coisa, e não é para engatar mulheres - Kenny, amigo, esses caracóizinhos apaneleirados não te ajudam com elas, abafares aí o teu instrumentozito é que ajuda, "lose the curly shit", a não ser que estejas a pensar em juntar-te aos Cannibal Corpse, aí tens o meu aval, eles precisam dum gajo que saiba tocar nos seus instrumentos de sopro). Depois eu partia o microfone na minha cabeça (ou vice-versa), embebedavamo-nos e tinhamos sexo com ninfas, musas e virgens vestais. Isto é um sonho normal para mim.
É engraçado pensar que nós aprendemos relembrando. E que o sonho que tive foi uma memória distante de uma vida distante. Ou então tenho de deixar de beber café com chá de camomila antes de deitar todas as noites (não sei porquê, demoro sempre umas duas horas para dormir ou mais, coisa estranha não? será do chá?). Mas facto é que este fenómeno que supostamente não se passa num mundo real afecta o dito mundo real através de nós e na nossa forma de pensar e de agir. Foi algo que eu sei que não vivi mas que sinto que vivi. Sinto-o na pele, embora não tenha estado lá. Talvez a minha alma tenha deixado o corpo na Terra e tenha ido dar uma volta a um plano incorpóreo. Talvez seja isso que são os sonhos. Viagens por outros mundos.
Bem, divago bué.
Todos os sonhos têm um significado, diz-se. Não me apetece descobri-lo, sinceramente (ou talvez queira, mas sou demasiado preguiçoso para me dar ao trabalho). Apeteceu-me apenas partilhá-lo. E fico por aqui. Because nature is calling me. And me is feeling better after writing this. Feel free to share your thoughts about this. I'll see you in your dreams! UERUERUER!!!
sexta-feira, abril 15, 2005
É por isso que os poetas não são comediantes...
Tenho uma pergunta: "O que é uma piada poética?" Sinceramente imagino isso como uma piada tipo "knock-knock", mas mais tipo "ring-ring". (tão a ver a noção, né?)
Por exemplo: um poeta liga a outro poeta. "Olha amigo poeta, diz me aí palavras que rimem com «ha»." ao que o outro poeta responde "«ha ha ha ha ha ha»". Uma piada poética.
Não tinha nada melhor pa fazer.
"Já vi posts piores..." :º
Por exemplo: um poeta liga a outro poeta. "Olha amigo poeta, diz me aí palavras que rimem com «ha»." ao que o outro poeta responde "«ha ha ha ha ha ha»". Uma piada poética.
Não tinha nada melhor pa fazer.
"Já vi posts piores..." :º
terça-feira, abril 12, 2005
Bifinhos de Hamster com Cogumelos
Hoje, para fugir ao meu habitual conteúdo dos posts, vou começar por colocar questões que julgo pertinentes, algo que me fascina e me deixa num estado pensativo; Porque é que há máquinas de tirar fotografias no metro? Quem é que se lembrou daquilo? "ah, vou apanhar o metro, pelo sim pelo não, é melhor tirar umas fotografias para o que der e vier". E as pilhas ao pé do balcão do super-mercado? "bem, fraldas, laxante, escova de dentes...uhn...ah claro, pilhas! Ainda bem que elas estão mesmo aqui ao pé do balcão, era muito chato eu chegar a casa e não ter pilha no comando da televisão. Obrigado Pingo Doce, salvaste-me a vida". E última questão; porque é que todas as velhas têm um animal de estimação? a vida sexual delas é assim tão monótona? "filha, queres fazer aquela tal posição com o pepino e o arroz de atum?" "ah não querido, vamos antes comprar um gato estúpido que fica o dia inteiro à janela a olhar para as pessoas".
E agora a segunda parte do meu post. Uma dúvida que me assombra; o que é que acontece se eu espirrar e não fechar os olhos? O meu subconsciente avisa-me "fecha os olhos". Será que quando se espirra é momentaneamente aberta uma passagem para uma dimensão paralela onde as sanitas têm papel activo no governo? Eu sei o que se passa. Quando nascemos, é-nos implantado um chip que nos impede de espirrar de olhos abertos, de modo a ninguém ter acesso a essa realidade alternativa. Os esquimós são os habitantes dessa realidade, daí viverem isolados, porque uma organização secreta movida por um trato entre todas as nações do mundo assim o decidiu, achando melhor o homem comum não ter acesso à informação que eles têm. O que nós chamamos anões, são esquimós que conseguem fugir e intrometer-se na nossa sociedade com a desculpa de serem fisicamente diferentes.
Para finalizar, quero deixar aqui a mensagem de agradecimento à Scotex pela folha dupla.
E agora a segunda parte do meu post. Uma dúvida que me assombra; o que é que acontece se eu espirrar e não fechar os olhos? O meu subconsciente avisa-me "fecha os olhos". Será que quando se espirra é momentaneamente aberta uma passagem para uma dimensão paralela onde as sanitas têm papel activo no governo? Eu sei o que se passa. Quando nascemos, é-nos implantado um chip que nos impede de espirrar de olhos abertos, de modo a ninguém ter acesso a essa realidade alternativa. Os esquimós são os habitantes dessa realidade, daí viverem isolados, porque uma organização secreta movida por um trato entre todas as nações do mundo assim o decidiu, achando melhor o homem comum não ter acesso à informação que eles têm. O que nós chamamos anões, são esquimós que conseguem fugir e intrometer-se na nossa sociedade com a desculpa de serem fisicamente diferentes.
Para finalizar, quero deixar aqui a mensagem de agradecimento à Scotex pela folha dupla.
terça-feira, abril 05, 2005
Mulata Peludinha procura Travesti na Casa dos 30 para Acasalar
Vendo bem, não tenho nada a escrever, só achei piada ao título.... e acho piada a tractores cor-de-rosa com luzes de neon laterais e volante forrado a pelúcia
Quem é vivo sempre aparece.
Pois bem caro leitor, para começar gostaria de me desculpar pela ausência de posts da qual tenho padecido no passado recente... (sim, como se os leitores realmente dessem alguma espécie de importância ao facto de eu os poupar às verborreias que aqui despejo...erm....quais leitores...)
Bem siga ao que interessa.
Como todos devem saber, o papa João Paulo II vulgo espargo cozido com chapéu ridículo em forma de bacalhau da Noruega, morreu... É verdade, morreu... Seja ele um verdadeiro saco de carne em cima duma máquina de lavar ou não, merece algum reconhecimento pois não é qualquer um que influencía a história dum século como ele o fez.
Por isso pergunto eu: Quem é que foi o anormal que vestiu o papa agora nestes dias do velório??
Quer dizer, alguém reparou nos sapatos que o homem trazia? É uma autêntica ofensa meus amigos!
Tiveram que deixar o homem morrer para lhe darem um ar abixanado... Também ele se terá candidatado à alteração de visual patrocinada pelo Castelo Branco??
Enfim, a ver se não teremos um novo papa com o nome de Maria Albertina I ou coisa que o valha.
Tenho dito...
Bem siga ao que interessa.
Como todos devem saber, o papa João Paulo II vulgo espargo cozido com chapéu ridículo em forma de bacalhau da Noruega, morreu... É verdade, morreu... Seja ele um verdadeiro saco de carne em cima duma máquina de lavar ou não, merece algum reconhecimento pois não é qualquer um que influencía a história dum século como ele o fez.
Por isso pergunto eu: Quem é que foi o anormal que vestiu o papa agora nestes dias do velório??
Quer dizer, alguém reparou nos sapatos que o homem trazia? É uma autêntica ofensa meus amigos!
Tiveram que deixar o homem morrer para lhe darem um ar abixanado... Também ele se terá candidatado à alteração de visual patrocinada pelo Castelo Branco??
Enfim, a ver se não teremos um novo papa com o nome de Maria Albertina I ou coisa que o valha.
Tenho dito...
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